O chefe do Executivo municipal
ressaltou o impacto profundo que a obra trará para a identidade e a rotina do
município. José Ronaldo enfatizou que a iniciativa atende a um desejo antigo da
população por mais opções de entretenimento de qualidade. Segundo o prefeito, o
complexo vai elevar o patamar cultural, social e turístico da cidade,
impulsionando fortemente a economia de toda a região.
O secretário de Planejamento,
Carlos Brito, reforçou que o projeto é resultado de um planejamento de longo
prazo, iniciado ainda em 2001. De acordo com o secretário, a proposta tem como
foco o legado para as próximas gerações de feirenses. Brito destacou que o
empreendimento atrai um tipo de investimento histórico, que beneficiará não
apenas o município, mas a economia de todo o estado da Bahia.
A construção do parque
representa uma quebra do isolamento de Feira de Santana em relação aos
investimentos no setor de lazer e turismo. A estimativa é de que o projeto
movimente o mercado de trabalho local, gerando aproximadamente 1.300 empregos
diretos e indiretos durante as obras, além de outras 1.300 vagas na fase de
funcionamento. Para esta etapa inicial de estudos e modelagem da viabilidade, o
Governo Municipal está investindo R$ 2,9 milhões.
Carlos Brito também detalhou o
potencial hidrográfico do rio Jacuípe, destacando que, dos seus 133 quilômetros
de extensão, 45 quilômetros são totalmente navegáveis. Essa característica
geográfica será o motor para o turismo e para a integração das comunidades
vizinhas, gerando mais qualidade de vida. O secretário classificou o momento
como o marco inicial de um complexo sem paralelos no território baiano.
O representante da FGV, Filipe
Bittencourt, manifestou o entusiasmo da instituição em participar de mais um
grande projeto na cidade. Ele relembrou a experiência técnica da fundação e o
histórico de parcerias bem-sucedidas com o município, citando como exemplo o
plano conjunto com a Caixa Econômica Federal que está viabilizando a
implantação de 25 creches de grande porte em Feira de Santana.
O setor esportivo e de
convivência terá quadras de esportes de areia, tênis de praia, campo gramado,
pista de corrida e decks voltados para a contemplação da natureza local. Para
os eventos culturais, haverá uma arena multiuso projetada estrategicamente em
um ponto isolado para não perturbar as áreas residenciais próximas. O modelo de
gestão será feito por meio de uma concessão simples, que garantirá o retorno
dos valores investidos ao município, assegurando o acesso gratuito da população
ao parque.
A cerimônia de apresentação do
projeto reuniu diversas lideranças políticas, incluindo o presidente da Câmara
Municipal, Marcos Lima, além de secretários municipais, vereadores,
representantes de associações comerciais, o presidente do Centro das Indústrias
de Feira de Santana, Geraldo Pires, e veículos de imprensa.
Foto: ACM

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