quinta-feira, 16 de julho de 2026

Força-tarefa reforça combate ao Aedes aegypti na Queimadinha com mais de 30 agentes

 

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Centro de Combate às Endemias, iniciou nesta quarta-feira (15) uma força-tarefa no bairro Queimadinha para intensificar o enfrentamento ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Mais de 30 agentes de combate às endemias, parte deles remanejada de outras áreas do município, atuam em duas frentes de trabalho que permanecerão no bairro pelos próximos 20 dias. A meta é visitar todos os imóveis, identificar e eliminar criadouros do mosquito e ampliar as ações de prevenção junto aos moradores.

A Queimadinha e o Tomba, onde as equipes concentraram as ações de bloqueio vetorial e visitas domiciliares no último mês, estão entre as localidades que registram maior número de notificações de arboviroses no município.

De acordo com a coordenadora do Centro de Combate às Endemias, Priscila Soares, embora Feira de Santana mantenha monitoramento permanente de todas as arboviroses, o cenário epidemiológico deste ano chama atenção pelo aumento expressivo das notificações de chikungunya.

Até o momento, Feira de Santana contabiliza 313 notificações de chikungunya, das quais 201 já foram confirmadas. No mesmo período de 2025, haviam sido registradas apenas 24 notificações e 15 confirmações. Ao longo de todo o ano passado, o município encerrou com 35 casos notificados e 23 confirmados.

Em relação à dengue, entre janeiro e 7 de julho deste ano, Feira notificou 1.373 casos suspeitos. Destes, 96 foram confirmados por exame laboratorial, 107 tiveram resultado inconclusivo e os demais permanecem em investigação. No mesmo período de 2025, haviam sido notificados 1.371 casos, com 143 confirmações. Ao longo de todo o ano passado foram registrados 2.398 casos notificados e 204 confirmados. 

“A concentração das equipes permite ampliar a cobertura das visitas domiciliares e interromper a cadeia de transmissão do mosquito nas áreas com maior número de notificações. Essa força-tarefa tem como objetivo proteger a população, especialmente neste período de maior ocorrência de chuvas”, destaca Priscila Soares.

O trabalho realizado pelas equipes vai muito além da inspeção dos imóveis. Durante as visitas, os profissionais orientam os moradores sobre medidas preventivas, identificam e eliminam possíveis criadouros, aplicam o larvicida quando necessário e utilizam bomba costal motorizada para o bloqueio químico em situações indicadas.

“O primeiro trabalho é educativo. Os agentes orientam os moradores, verificam cada possível criadouro e, quando necessário, aplicam o larvicida. Também reforçam que qualquer recipiente pode acumular água e servir para a reprodução do mosquito, desde uma tampa de garrafa até o bocal de uma caneta”, explica.

ATENÇÃO REDOBRADA

O agente de endemias Nelson Rodrigues alerta que o ciclo de desenvolvimento do Aedes aegypti é bastante rápido. Em condições favoráveis, o mosquito leva de sete a dez dias entre a postura dos ovos e a fase adulta. Além disso, os ovos podem permanecer viáveis por mais de um ano e eclodir assim que entram em contato com a água.

Com a ocorrência de chuvas, a atenção da população deve ser redobrada. “Mesmo precipitações de menor intensidade favorecem o acúmulo de água em recipientes espalhados pelos quintais. Em seguida, com a elevação da temperatura, o ambiente torna-se ainda mais propício para a proliferação do mosquito”, ressalta.

O profissional da Saúde reforça que a participação da população é indispensável para conter o avanço das arboviroses. A orientação é eliminar qualquer recipiente que possa acumular água, manter caixas d’água devidamente vedadas, limpar calhas, descartar corretamente pneus e outros materiais inservíveis e permitir o acesso dos agentes durante as visitas domiciliares.

Fonte: SECOM

 

terça-feira, 14 de julho de 2026

PAU-DE-ARARA: ATÉ O PRESIDENTE DA REPÚBLICA VIAJOU NELE E PASSOU POR FEIRA DE SANTANA

 

Quarenta a 50 pessoas, ajeitadas em duros bancos de madeira na carroceria de um caminhão, rodando em estradas esburacadas, quase intransitáveis, durante horas e até dias. Era assim no Nordeste, e esse então “valioso” meio de transporte era o pau-de-arara. Em um desses veículos, o Presidente da República, na época um jovem que ia trabalhar em São Paulo, passou por Feira de Santana.

Pau-de-arara é um verbete, ou uma expressão, por demais conhecida na região Nordeste e, provavelmente, em outras, embora nesta parte do País seu significado maior esteja relacionado a um meio de transporte rodoviário que sucedeu ao carro de boi, com extrema vantagem e enorme importância para a população, em especial a rural, que predominou, durante muito tempo, sobre a urbana. A expressão “pau-de-arara” também é conhecida na linguagem policial, mas com uma conotação absolutamente diferente.

Nas décadas iniciais do século passado, quando ainda eram poucas e precaríssimas as estradas de rodagem do País e, igualmente, a frota de veículos automotivos, os chamados “paus-de-arara” tiveram papel fundamental no transporte de passageiros, especialmente daqueles que viajavam com bagagem ou mercadorias. Sair do interior de um pequeno município nordestino para ir a uma cidade fazer compras, ver alguém ou resolver alguma questão era muito difícil. Não havia linhas de ônibus, e os automóveis eram um privilégio de poucos, naturalmente pessoas de alto poder aquisitivo.

Feira de Santana, exemplo de progresso e expansão urbana, entre as décadas de 1930 e 1970 viveu intensamente o transporte em pau-de-arara, em especial nos dias de segunda-feira, por conta da realização da feira livre, quando era intensa a movimentação nas estradas que ligavam diversas cidades da região e outras mais distantes à Princesa do Sertão. Nesse contexto, vale lembrar a importância da Ponte Rio Branco, sobre o Rio Jacuípe, inaugurada em 18 de março de 1917 e fundamental na interligação com dezenas de municípios, incluindo os da Chapada Diamantina, o que só foi modificado com a construção da Estrada do Feijão.

Nesse período, que precedeu o surgimento das linhas de ônibus intermunicipais, os paus-de-arara tinham pontos de estacionamento, o que facilitava a vida de quem queria viajar. Para Baixa Grande, Ipirá, Mundo Novo, Itaberaba e cidades da Chapada Diamantina, o ponto era a Praça Froes da Mota, que chegava a registrar cerca de uma dezena de veículos. Ali, na década de 1960, ocorreu um estranho e raro acidente de grande repercussão. Um pau-de-arara já estava pronto para sair com destino a Ipirá, quando o botijão de gás de uma senhora que vendia acarajé explodiu. A “rodela”, peça metálica do botijão, foi arremessada pela explosão e atingiu a cabeça de um cidadão que estava sentado em um dos bancos do caminhão. Apesar da distância, foi fatal. O passageiro teve morte imediata.

O cordelista Jurivaldo Alves lembra que viajou dezenas de vezes de Baixa Grande para outras regiões e foi assim que, posteriormente, terminou se fixando na Cidade Princesa. “Em 1962 viajei de Baixa Grande para Candeias em um caminhão Chevrolet 1962, pau-de-arara, de Bianor Pomponet, que depois chegou a ter 42 Mercedes-Benz. Foi quando passei pela primeira vez em Feira de Santana e me apaixonei. Falei: tenho que morar aqui, e aqui estou”. O poeta repentista Francisco Pedrosa Galvão, o “Chico Pedrosa”, cuja obra é conhecida nacionalmente, ressalta que o pau-de-arara foi um fenômeno brasileiro de maior eclosão no Norte/Nordeste. Lembra que, em 1954, aos 18 anos de idade, viajou de sua terra, Guarabira, na Paraíba, para Ituiutaba, Minas Gerais, onde iria trabalhar.

“Foram mais de 12 dias de viagem, com gente passando fome, dormindo dentro do mato, criança morrendo. São cerca de 4 mil quilômetros de distância. Imagine isso nos bancos de madeira de uma carroceria de caminhão apinhado de gente. Adultos, crianças, idosos, sacos de mercadorias, água, comida, enfim, uma balbúrdia, mas era assim”. Pedrosa destaca ainda que os paus-de-arara lotados carregavam de 40 a 50 pessoas. “Não havia conforto porque os bancos de madeira eram duros e as estradas de terra, cheias de buracos. No tempo de chuva ficavam intransitáveis; no verão era só poeira”.

Um detalhe lembrado por Jurivaldo é que até o Presidente da República viajou em pau-de-arara. “O presidente Lula disse publicamente que, quando deixou Pernambuco ainda jovem para trabalhar em São Paulo, passou por Feira de Santana em um pau-de-arara”. Esse modal de transporte rodoviário tornou-se obsoleto e foi proibido oficialmente pelo Governo, por questões de segurança e também pela modernização do transporte de passageiros, mas, em Feira de Santana e em tantas outras regiões, teve enorme importância e contribuição decisiva no processo de crescimento. Em alguns municípios distantes, ainda se vê, ocasionalmente, na zona rural, em estradas vicinais, caminhonetes transportando pessoas, especialmente em romarias, mas os caminhões pau-de-arara há muito deixaram de existir.

Por Zadir Marques Porto


Fotos: Divulgação ZMP

 

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Raça Negra embala multidão e encerra último dia do São Pedro de Humildes com praça lotada

 

O último dia do Arraiá de Feira, neste domingo (28), começou com a praça de Humildes completamente lotada. Nem a chuva afastou o público, que compareceu em peso para acompanhar o encerramento dos festejos juninos promovidos pela Prefeitura de Feira de Santana. A programação reuniu Xamego da Thay, Raça Negra, João Almeida e Buscapé – Arreio de Ouro, garantindo uma noite de muito forró, romantismo e animação.

Abrindo a programação musical, a cantora Xamego da Thay mostrou por que já é presença marcante no São Pedro de Humildes. Em sua terceira participação consecutiva na festa, a artista levou ao palco um repertório que mesclou clássicos do forró nordestino com sucessos atuais, fazendo o público cantar e dançar desde os primeiros acordes.

"É uma satisfação imensa estar mais uma vez em Humildes. Esse já é o meu terceiro ano participando da festa e, desta vez, tenho a alegria de abrir o último dia do São Pedro. Estou muito feliz e na expectativa de fazer um grande show para esse público tão especial. Vamos trazer o autêntico forró de raiz e fazer todo mundo se aquecer, mesmo com a chuva. O repertório não pode deixar de fora grandes nomes como Luiz Gonzaga, Mastruz com Leite, Flávio José e Magníficos. A proposta é unir o tradicional ao mais novo, promovendo um encontro de gerações e agradando tanto quem ama o forró clássico quanto o público mais jovem. É um prazer falar com a TV Feira e desejo que Deus abençoe mais um ano dessa festa tão bonita", afirmou.

Na sequência, a expectativa do público foi confirmada com a entrada da principal atração da noite. O Raça Negra transformou a praça em um verdadeiro coral, embalando milhares de pessoas com sucessos que atravessam gerações. Casais cantaram abraçados, amigos dividiram o mesmo refrão e até quem estava sozinho se emocionou ao som dos grandes clássicos do grupo, fazendo do show um dos momentos mais marcantes do encerramento da festa.

Entre os fãs estava a empreendedora Lívia Mascarenhas, que contou estar vivendo um momento de recomeço após o fim de um relacionamento. Mesmo assim, escolheu o São Pedro de Humildes para celebrar a vida e aproveitar a apresentação.

"Raça Negra me anima e me derruba na mesma medida. Estou passando por um término, mas resolvi vir curtir a minha solitude, cantar, me divertir e aproveitar essa festa maravilhosa", contou.

Após o romantismo, João Almeida assumiu o palco mantendo o público no mesmo ritmo de animação. Com um repertório recheado de forró e músicas que fazem parte dos festejos juninos, o cantor colocou a multidão para dançar e mostrou a força da tradição nordestina. A apresentação manteve a energia da festa em alta e preparou o público para o grande encerramento da noite.

Fechando a programação, Buscapé – Arreio de Ouro levou muito forró e irreverência ao palco, garantindo que ninguém ficasse parado até os últimos minutos da festa. Com um repertório dançante e cheio de sucessos, a banda encerrou em grande estilo o São Pedro de Humildes, coroando mais uma edição de sucesso do Arraiá de Feira. Ao longo dos três dias de programação, milhares de pessoas passaram pelo distrito, reafirmando a força da cultura nordestina e a tradição dos festejos juninos promovidos pela Prefeitura de Feira de Santana.

Fotos: Washington Nery

 

quarta-feira, 17 de junho de 2026

PM prende suspeitos e apreende armas após homicídio em Feira de Santana

 

Na tarde de terça-feira (16), militares da 65ª CIPM prenderam três suspeitos e apreenderam três armas de fogo e dois veículos no bairro Campo Limpo, em Feira de Santana.

As equipes realizavam patrulhamento na região quando foram informadas por populares de que indivíduos suspeitos de participação em um homicídio ocorrido na tarde da última segunda-feira (15), no bairro Queimadinha, estariam circulando pela localidade em um veículo. Na ocasião, a vítima foi morta por disparos de arma de fogo no interior de uma oficina mecânica.

Diante das informações, os policiais iniciaram diligências e localizaram um veículo com indícios de adulteração. Durante a abordagem, foram identificados três indivíduos com características compatíveis às informadas. Com eles, foram encontradas três armas de fogo. Dois automóveis também foram apreendidos.

Os suspeitos e todo o material apreendido foram apresentados à Central de Flagrantes, onde a ocorrência foi registrada e as medidas legais cabíveis foram adotadas.

Fonte: Polícia Militar

 

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Vereador cobra cumprimento de lei que prevê fim gradativo da tração animal em Feira de Santana

 

Passados três anos da promulgação e publicação da Lei Municipal nº 4.194/2023, que estabelece a proibição gradativa da tração animal em Feira de Santana, a Prefeitura deve adotar medidas para garantir a efetiva aplicação da norma. A cobrança é do vereador Pedro Américo (Cidadania), que, por meio de indicação encaminhada ao prefeito José Ronaldo (União), solicita o fortalecimento da fiscalização e a criação de um programa de transição para carroceiros, com alternativas de geração de renda e inclusão social.

Na indicação, o parlamentar justifica que a legislação representa um avanço na proteção dos animais contra situações de sofrimento, exaustão e maus-tratos, mas avalia que a efetividade da medida depende da atuação do Poder Executivo. Segundo ele, além da fiscalização para coibir o uso irregular da tração animal, é necessário implementar políticas públicas que garantam uma transição equilibrada para os trabalhadores que dependem da atividade.

Autor do projeto que deu origem à Lei, Pedro Américo defende que o processo de substituição das carroças seja acompanhado por ações de capacitação e integração social, de forma a assegurar alternativas dignas de sustento aos carroceiros. Para o vereador, a proteção animal deve caminhar junto com medidas que considerem a realidade socioeconômica das famílias envolvidas.

O PROGRAMA

O Programa de Redução Gradativa do Número de Veículos de Tração Animal, criado pela Lei 4.194/2023, prevê o cadastramento dos condutores e a promoção de alternativas para a substituição da atividade. A legislação estabeleceu prazo de quatro anos, contado a partir de sua publicação, para a proibição definitiva da circulação de veículos de tração animal nas vias e logradouros públicos da zona urbana de Feira de Santana.

Entre as determinações previstas na norma estão a proibição do uso de chicotes, aguilhões e outros instrumentos que possam causar sofrimento aos animais e a vedação de manter carroças atreladas aos animais por mais de seis horas diárias. A lei também tornou obrigatório o cadastramento dos animais durante o período de transição, para que seja realizado o controle e acompanhamento da atividade até a sua extinção definitiva na área urbana do município.

 Foto: Jorge Magalhães / Prefeitura de Feira

 

quarta-feira, 3 de junho de 2026

Operação Em Chamas apreende mais de 360 artefatos explosivos em Cruz das Almas

 

Deflagrada pela Polícia Civil nesta terça-feira (2), a Operação Em Chamas resultou na apreensão de 365 artefatos explosivos semiprontos, também conhecidos como espadas, em um imóvel na região da Sapucaia, zona rural de Cruz das Almas.

As diligências tiveram início após denúncia anônima. Com base nas informações recebidas, a equipe do Setor de Investigação da Delegacia Territorial (DT/Cruz das Almas) realizou levantamentos e diligências de campo que levaram à identificação do imóvel denunciado, onde foi constatada a fabricação clandestina.

No imóvel, também foram localizados e confiscados seis rolos de barbante encerado, uma máquina de enrolar espadas, 26 bambus cortados e cozidos e três socadores, além de outros materiais e insumos empregados na confecção das espadas.

O material apreendido na ação foi encaminhado à unidade policial para adoção das medidas legais cabíveis. As investigações seguem com o objetivo de identificar e responsabilizar os envolvidos na utilização do imóvel e na fabricação clandestina dos artefatos.

A Operação Em Chamas, deflagrada anualmente pela Polícia Civil da Bahia, tem como objetivo combater a produção, a comercialização e o armazenamento clandestino de fogos de artifício em todo o estado, prevenindo acidentes e reforçando a segurança da população durante os festejos juninos.

Fonte: ASCOM

 

Operação Procedência apreende mais de 500 quilos de carnes e queijos impróprios para consumo em Lauro de Freitas

 

Uma ação conjunta da Polícia Civil da Bahia e da Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) apreendeu aproximadamente 530 quilos de carnes e queijos que seriam comercializados irregularmente, nesta quarta-feira (3), no município de Lauro de Freitas. A Operação Procedência tem como objetivo combater a produção e a comercialização clandestina de produtos de origem animal na Região Metropolitana de Salvador.

A ação foi deflagrada após comunicação encaminhada pela Adab à Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), relatando a existência de locais utilizados para a produção e comercialização irregular de produtos cárneos sem a devida autorização sanitária, situação que representava grave risco à saúde pública.

Durante fiscalizações realizadas simultaneamente nos bairros de Itinga e Fazenda Cassange, equipes da Decon, da Adab e da Vigilância Sanitária (Visa) constataram diversas irregularidades sanitárias e apreenderam cerca de 530 quilos de carnes e queijos sem comprovação de procedência, com registros sanitários falsificados e armazenados em condições inadequadas de conservação.

Os produtos apresentavam sinais de deterioração e foram considerados impróprios para o consumo humano pela equipe técnica da Adab, que adotou as medidas administrativas cabíveis para a inutilização e o descarte do material apreendido.

Além da ausência de documentação que comprovasse a origem dos produtos, foram identificadas irregularidades relacionadas à manipulação, ao acondicionamento e à comercialização dos  alimentos, circunstâncias que colocavam em risco a saúde dos consumidores.

As investigações prosseguirão para identificar todos os responsáveis pelas irregularidades constatadas, bem como apurar eventuais infrações penais e administrativas relacionadas à produção e à comercialização clandestina de alimentos.
 

Fonte: ASCOM