Exatas 370 mil folhas, 15 sessões públicas oitivas,
cerca de 40 horas de depoimento e um relatório com mais de 500 laudas. Esse foi
o resultado da CPI da Saúde/dos Contratos realizada pela Câmara Municipal e
divulgado durante coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira (2).O presidente
da Comissão Parlamentar de Inquérito, vereador Paulão do Caldeirão (PSC), bem
como o relator e vice-presidente, Professor Ivamberg (PT) relataram à imprensa
todas as ações e omissões da Prefeitura quanto aos contratos na área de
saúde.
O relatório será publicado no Diário Oficial na
terça-feira (7). Foram identificados diversos crimes constantes no Código
Penal, como concussão, corrupção passiva e sonegação, e que envolvem
servidores, ocupantes de cargos municipais e, inclusive, vereadores. Todas as informações
constam no requerimento nº 232/2021. Vale ressaltar que a CPI da Saúde envolveu
vários meses de investigação.
Paulão do Caldeirão, presidente da Comissão, disse
que “a CPI da Saúde foi séria, e vai deixar marca nesta Casa, nesta
legislatura”. “Para aqueles que não acreditaram que ainda existem políticos
sérios, vão acreditar que aqui na Câmara existem”, afirmou. Professor Ivamberg
leu todo o relatório e pontuou que a CPI teve um caráter investigativo, e que
“todos os documentos constantes serão enviados para a Polícia Federal, o
Ministério Público e a Receita Federal para serem adotadas as medidas
cabíveis”.
Dentre todas as irregularidades encontradas estão:
contratação mediante tráfico de influência de agentes políticos com finalidade
eleitoral, inclusive vereadores; desvio de contratos de gestão em unidades de
saúde para atender a Prefeitura, gabinete do prefeito, escolas etc; contratos
do próprio IMAPS exercendo função de chefia na Secretaria Municipal de Saúde,
funcionários com altos salários advindos da empresa, e desvios em contratos de
gestão em unidades de saúde para atender escolas, sede da Guarda Municipal e
fábrica de asfalto.
Também compuseram a mesa da coletiva de imprensa a
vereadora Lu de Ronny (MDB) e os vereadores Pedro Cícero (Cidadania) e
Galeguinho (PSB). Estiveram presentes na ocasião outros vereadores: Jhonatas
Monteiro (PSOL), Emerson Minho (DC), Silvio Dias (PT) e Zé Curuca (União
Brasil).
Exatas 370 mil folhas, 15 sessões públicas oitivas,
cerca de 40 horas de depoimento e um relatório com mais de 500 laudas. Esse foi
o resultado da CPI da Saúde/dos Contratos realizada pela Câmara Municipal e
divulgado durante coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira (2).O
presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito, vereador Paulão do Caldeirão
(PSC), bem como o vice-presidente, Professor Ivamberg (PT) relataram à imprensa
todas as ações e omissões da Prefeitura quanto aos contratos na área de
saúde.
O relatório será publicado no Diário Oficial na
terça-feira (7). Foram identificados diversos crimes constantes no Código
Penal, como concussão, corrupção passiva e sonegação, e que envolvem
servidores, ocupantes de cargos municipais e, inclusive, vereadores. Todas as
informações constam no requerimento nº 232/2021. Vale ressaltar que a CPI da
Saúde envolveu vários meses de investigação.
Paulão
do Caldeirão, presidente da Comissão, disse que “a CPI da Saúde foi séria, e
vai deixar marca nesta Casa, nesta legislatura”. “Para aqueles que não
acreditaram que ainda existem políticos sérios, vão acreditar que aqui na
Câmara existem”, afirmou. Professor Ivamberg leu todo o relatório e pontuou que a CPI
teve um caráter investigativo, e que “todos os documentos constantes serão
enviados para a Polícia Federal, o Ministério Público e a Receita Federal para
serem adotadas as medidas cabíveis”.
Dentre todas as irregularidades
encontradas estão: contratação mediante tráfico de influência de agentes
políticos com finalidade eleitoral, inclusive vereadores; desvio de contratos
de gestão em unidades de saúde para atender a Prefeitura, gabinete do prefeito,
escolas etc; contratos do próprio IMAPS exercendo função de chefia na
Secretaria Municipal de Saúde, funcionários com altos salários advindos da
empresa, e desvios em contratos de gestão em unidades de saúde para atender
escolas, sede da Guarda Municipal e fábrica de asfalto.