A Polícia Civil da Bahia avançou nas investigações
que apuram um esquema de estelionato, apropriação indébita e receptação
iniciado no município de Eunápolis, resultando na recuperação de novos bens
nesta terça-feira (7). A ação é um desdobramento da operação integrada
realizada no dia 2 de abril, que contou com a participação da Polícia Federal e
da Polícia Militar do Espírito Santo e culminou na prisão de dois investigados
e na apreensão de celulares e de uma motocicleta vinculados aos crimes patrimoniais.
Com o aprofundamento das investigações resultou a
recuperação de uma motocicleta Honda CG 160 Start, de um veículo Volkswagen
Gol, cor prata, ano 1994, e de um equipamento de som automotivo do tipo
“paredão profissional”. Em etapas anteriores, também foram recuperados quatro
aparelhos celulares e uma motocicleta Honda CG 160 Fan.
As investigações conduzidas pela Delegacia de
Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Eunápolis) tiveram início após denúncias
relacionadas à locação e revenda fraudulenta de veículos e objetos de valor.
Conforme apurado, os investigados alugavam bens e os comercializavam
indevidamente a terceiros, sem autorização dos proprietários, obtendo vantagem
ilícita.
Entre os crimes identificados está a negociação
fraudulenta envolvendo a troca de cinco aparelhos celulares por uma motocicleta
locada, que posteriormente foi devolvida ao legítimo proprietário após a vítima
constatar a irregularidade. Durante o avanço das diligências, um dos celulares
foi localizado sendo ofertado em rede social, o que possibilitou a
identificação de uma mulher, de 26 anos, que foi autuada em flagrante, em
Eunápolis, pelo crime de receptação.
O principal investigado foi localizado no estado do
Espírito Santo, após compartilhamento de informações entre as forças de
segurança, sendo preso na rodoviária do município de Linhares. Contra ele havia
mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça do Ceará por crimes de
estelionato.
Os bens apreendidos passaram por procedimentos de
vistoria técnica e foram restituídos aos proprietários. Os investigados
responderão pelos crimes de estelionato, apropriação indébita e receptação. As
investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos
e verificar a atuação de eventual associação criminosa voltada à prática de
crimes patrimoniais na região.
Fonte: ASCOM

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