Segundo a análise da SETTDEC,
esses investimentos ampliam a capacidade produtiva local, diversificam a matriz
econômica e fortalecem a cadeia de fornecedores e serviços.
“Estamos trabalhando para que o
crescimento industrial venha acompanhado de qualificação profissional,
infraestrutura de qualidade e inovação. Por isso, investimos em parcerias com o
Senai, universidades e programas de capacitação, preparando a mão de obra local
para as oportunidades que já estão chegando”, destaca Márcia Ferreira.
Comércio fortalecido e inclusão
produtiva
No comércio, as ações da SETTDEC
buscaram equilibrar ordenamento urbano, apoio aos comerciantes e estímulo às
vendas. O Shopping Popular, com quase 900 permissionários, passa por
intervenções estruturais como as obras sendo realizadas na Praça do Tropeiro,
campanhas promocionais e iniciativas de capacitação profissional, além da nova
unidade da Casa do Trabalhador que será inaugurada no local, ampliando o fluxo
de pessoas e serviços.
O Feiraguay também recebeu
atenção especial, com análises de viabilidade, diálogo para os 650
permissionários, além do apoio à regularização das atividades, reforçando a
política de desenvolvimento com inclusão e formalização.
Emprego, renda e políticas
públicas integradas
A Casa do Trabalhador registrou
mais de 28 mil atendimentos, com quase 7.500 vagas captadas ao longo do ano. As
ações itinerantes levaram serviços de empregabilidade a bairros, distritos,
escolas e equipamentos sociais, ampliando o acesso da população às políticas
públicas de trabalho e renda.
Na avaliação da secretária, esse
trabalho é essencial para garantir que o crescimento econômico chegue às
pessoas “Desenvolvimento só faz sentido quando melhora a vida das pessoas.
Nosso compromisso é conectar quem busca uma oportunidade com quem precisa
contratar, fortalecendo a economia local e promovendo dignidade”, afirma.
Turismo, cultura e economia
criativa
O turismo também se consolidou
como vetor estratégico de desenvolvimento. O Mercado de Arte Popular (MAP)
manteve programação cultural contínua, fortalecendo a economia criativa e o
turismo de experiência. Já o turismo de negócios seguiu aquecido, impulsionado
por feiras, eventos corporativos e pela posição logística privilegiada do
município.
A Micareta de Feira de Santana
2025 e os festejos juninos obtiveram um impacto estimado de cerca de R$ 50
milhões na economia local, além da geração de milhares de empregos temporários
e renda para trabalhadores formais e informais.
Projeção regional e
internacional
A crescente demanda por
condomínios logísticos tem impulsionado significativamente a economia regional,
e Feira de Santana destaca-se como um dos principais polos desse
desenvolvimento. Como o condomínio GridFSA e Braspress, que atuam na cidade com
capacidade de ampliação.
Com uma localização estratégica
e iniciativas da Secretaria de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico
(SETTDEC), o município tem atraído investimentos e consolidado sua posição no
setor logístico.
Outro destaque foi a instalação
do primeiro Conselho de Governança do Inova Feira, que marca um avanço no
desenvolvimento regional, ao consolidar uma estrutura permanente e colaborativa
entre poder público, iniciativa privada e academia para fortalecer Feira de
Santana como polo de inovação na Bahia.
Ao longo do ano, a SETTDEC
ampliou a atuação institucional de Feira de Santana em fóruns estaduais,
nacionais e internacionais, como o Fórum Bahia–China, programas de inovação
aberta com a Sudene e agendas de cooperação internacional, posicionando o município
como protagonista em temas como inovação, sustentabilidade e economia
digital.
“Feira de Santana está preparada
para dialogar o business com o Brasil e com o mundo. Nosso desafio é seguir
crescendo com responsabilidade, inovação e sustentabilidade”, conclui Márcia
Ferreira.
Fotos ACM